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Moda e pandemia: o posicionamento das maiores revistas
Radar Fashion

Moda e pandemia: o posicionamento das maiores revistas

Moda é história, sabia? Por meio das roupas é possível acompanhar as revoluções e fatos marcantes do mundo, como o uso das máscaras durante os dias de pandemia ou durante a 2ª Guerra Mundial. E que deixa todas essas fases marcadas na história são as revistas de moda.

 

Durante a pandemia, os veículos especializados não se calaram. Alguns acertando e apresentando edições humanizadas, outras errando e buscando se reposicionar. No Brasil, a Vogue gerou polêmica em sua capa de Maio, uma edição comemorativa de 45 anos que trazia Gisele Bündchen como cover girl. Nas redes sociais, as críticas foram muitas, principalmente pela chamada "O novo normal". A revista precisou se reposicionar e apresentar novas capas mais humanizadas, condizentes com o momento atual e apoiando personalidades da moda brasileira.

 

Indo na contramão, a revista Glamour apresentou capas especiais de sua edição online com ilustração de brasileiros que retratavam o humor do momento atual, esperanças de um futuro e apoio aos brasileiros.

 

 

A Vogue Itália, no auge da pandemia no país, se mostrou compreensiva com o momento e publicou uma edição com a capa totalmente branca. Histórico! Nunca visto.

 

 

Os profissionais da saúde foram destaques nas edições da Cláudia Brasil e Marie Claire México. O tema "heróis da pandemia" também apareceu na capa da Vanity Fair Espanha que, pela primeira vez na sua história, optou em usar uma ilustração na capa.

 

Amor em tempos de pandemia, como será? A Vogue Portugal apresentou sua versão em uma capa que dominou as redes sociais, com um casal usando máscaras durante o beijo.

 

Moda é história. Moda é protesto. Moda é humana.

 

Texto por Gabriela Cesario

Fotos por Google

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